17/06/2008

A primeira atividade do Movimento Carlos Marighella aconteceu no Sindicato dos Metalúrgicos de Valinhos nessa sexta-feira passada, dia 13/06. Foram passados dois documentários rápidos, um sobre a estupidez do capitalismo (Ilha das flores) e o outro sobre a luta do MPL de Campinas, sendo seguido de um debate onde todos presentes puderam participar. A próxima atividade cultural será no dia 27/06 também sexta-feira, as 19h00 no Sindicato dos Metalúrgicos, Av. 11 de agosto, 860(próximo à rodoviária de Valinhos). Será passado o filme "Diários de Motocicleta" que mostra uma experiência determinante na vida de Ernesto, que viria a ser Che Guevara.
Estão todos convidados!!!
O Segredo da Vitória é o povo.
Hasta La Victoria Siempre.

16/06/2008

VIOLÊNCIA E CORRUPÇÃO NO GOVERNO YEDA CRUSIUS (PSDB-RS)

Por Marcelo Salles, da redação

A Comissão Pastoral da Terra, o MST e outras entidades criticaram duramente o governo Yeda Crusius (PSDB-RS), acusado de corrupção e fraude na contratação de empresas pelo Detran regional, com um prejuízo estimado em R$ 44 milhões aos cofres públicos. Em nota divulgada nesta quinta-feira (12/6), movimentos sociais afirmam que a corrupção do governo tucano faz parte do mesmo projeto político que criminaliza os trabalhadores que lutam por seus direitos.
“O Rio Grande do Sul vive um Estado de Exceção. Toda e qualquer manifestação social é reprimida com violência pela Brigada Militar sob ordens da Governadora Yeda Crusius. São freqüentes os episódios de trabalhadores e trabalhadoras algemados, feridos com balas de borracha e atingidos por bombas de gás lacrimogênio e pimenta. Professores, metalúrgicos, sem terras, desempregados... a violência do Estado contra os pobres é cotidiana nas abordagens da polícia para os trabalhadores, sejam nos bairros, sejam nos movimentos sociais”, diz a nota.
Para o Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul, a quadrilha atuava em diversas frentes. “O esquema contava com cerca de 10 (dez) advogados, entre os quais alguns de grande renome em seu meio, cinco profissionais de contabilidade, dois economistas, psicóloga, administradores de empresas e engenheiros, dentre outros. Vários deles, ainda, acumulavam funções acadêmicas, sendo ‘formadores de opinião’ no seio acadêmico”. Leia aqui a íntegra da denúncia.
Além disso, o MP reconheceu a participação de órgãos de imprensa e agências de publicidade na proteção da imagem do grupo. “Os denunciados integrantes da quadrilha não descuidavam da imagem dos grupos familiares e empresariais, bem assim da vinculação com a imprensa. O grupo investia não apenas na imagem de seus integrantes, mas também na própria formação de uma opinião pública favorável aos seus interesses, ou seja, aos projetos que objetivavam desenvolver. A busca de proximidade com jornais estaduais, aportes financeiros destinados a controlar jornais de interesse regional, freqüentes contratações de agências de publicidade e mesmo a formação de empresas destinadas à publicidade são comportamentos periféricos adotados pela quadrilha para enuviar a opinião pública, dificultar o controle social e lhes conferir aparente imagem de lisura e idoneidade”.
Os movimentos sociais que atuam no Rio Grande do Sul também chamaram a atenção para a relação do governo Yeda Crusius (PSDB-RS) com empresas acusadas de causar danos ao meio-ambiente. “A corrupção também é institucionalizada e formalizada nos financiamentos de campanha. A Governadora foi financiada por grandes grupos financeiros e por empresas transnacionais. Apenas três empresas de celulose - Stora Enso, Aracruz Celulose e a Votorantim - doaram meio milhão de Reais para a campanha Yeda. E o agradecimento às doações são pagos em políticas da governadora: desregulamentação ambiental para beneficiar a compra de áreas por papeleiras, fechamento de salas de aulas e turmas de Educação de Jovens e Adultos, privatização do Banrisul, concessões fiscais aos financiadores da sua campanha”, afirma o texto.
Fonte: Fazendo Média

15/06/2008

Convenção dos Metalúrgicos - chapa do Sindicato já está definida

A etapa final da nossa Convenção aconteceu no domingo, dia 8 de junho, em Campinas. Depois de ter reunido 2746 trabalhadores e trabalhadoras nas etapas de Indaiatuba, Nova Odessa e Sumaré.
A etapa de Campinas reuniu 1716 votantes, que definiu a chapa do Sindicato para a eleição, que acontecerá em julho.A etapa final confirmou os números já mostrados nas etapas anteriores e a ASS (Alternativa Sindical Socialista) garantiu a totalidade da chapa do Sindicato, já que as demais correntes sindicais não conseguiram os 10% dos votos necessários para garantir presença na chapa, conforme determina o regimento da Convenção.
Quatro correntes participaram das discussões e debates para montagem da chapa nas quatro etapas da Convenção:

ASS - Alternativa Sindical Socialista,
CSC - Corrente Sindical Classista,
APS - Alternativa Popular Socialista e Conlutas.
Em breve, divulgaremos maiores informações e as data da eleição do nosso Sindicato. Acompanhe abaixo o resultado das Convenções:
Indaiatuba:
ASS....................879 votos
CSC.....................52 votos
APS....................120 votos
Conlutas................93 votos
Nova Odessa:
ASS....................523 votos
CSC.....................84 votos
APS.....................31 votos
Conlutas................55 votos
:Sumaré
ASS...................... 537
votosCSC........................100
votosAPS........................92 votos
Conlutas.................85 votos
Campinas:
ASS...................... 1311 votos
CSC........................115 votos
APS........................156 votos
Conlutas.................132 votos
Total Geral da Convenção
ASS...................... 3250 votos (74,46%)
CSC........................351 votos (8,04%)
APS........................399 votos (9,14%)
Conlutas.................365 votos (8,36%)